sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Coleções perigosas

Essa Pullip é uma delas, aliás o início de uma das coleções que sinceramente gostaria de não ter começado e nem conhecido. Porque eu como auto crítica assídua não posso deixar de pensar o quanto de tempo tenho dedicado a ela.

Talvez o fato de ver que não estou sozinha nessa, tenha me incentivado a continuar. E percebi isso antes de entrar nesse mundo, observando o flickr, não basta ter uma e não serve só de decoração na estante, precisamos penteá-las e vesti-las como quando éramos crianças e mais do que isso: precisamos registrar, são inúmeras fotos criativas ou não, graças a câmera digital e ao corpo articulado dessas belezinhas que chegam a mover os olhos.

A coisa não parou por aí, tem gente que troca o cabelo, os olhos, o corpo, a maquiagem. A famosa customização para os mais corajosos e experientes no assunto.
É um universo que te suga, tem concursos, tem encontros, tem gente fazendo roupas, tem gente revendendo os acessórios importados, tem gente subindo pelas paredes, tem amizades novas em função disso.


Mal me recuperei da culpa de querer voltar a ser criança com a minha primeira Pullip e já estou almejando minha segunda doll, a da família Dal que apesar da feição brava é tão angelical quanto a Pullip. Espero inutilmente parar por aí com minhas paixões e quem sabe comprar uma mesa de luz ou me comprometer com o curso de ilustração que tenho adiado há tempos.



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