sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Halloween

Eu sou vergonhosamente medrosa e dormir no escuro é quase impossível , mas não foi sempre assim. Eu ria dos filmes de terror e adorava o visu dark, seja como arte, seja no modo de me vestir, a escuridão me atraía e de certa forma me fascinava.

Eu preferi passar o dia tricotando (crochetando) lindos coelhinhos e só me dei conta do Halloween quando liguei a TV, o computador... e resolvi não deixar passar em branco, já que estou há alguns dias sem dar as caras aqui.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Amigurumi


Há um tempo esses bichos me conquistaram, num blog aqui outro ali, uma imagem no google, no flickr... e hoje descobri que toda essa onda tem nome: Amigurumi (técnica japonesa - boneco de tricô ou crochet).

Sim, são essas fofuras feitas em croché. São diversos tamanhos e cores, apaixonantes, elas pedem para serem feitas e compradas!! Há um tempo comprei uma revista nacional, mas os bichos eram enormes e não tão bonitos e acabei não fazendo nada, mas os modelinhos das revistas japonesas são irresistíveis!

Eu nunca fui grande fã de crochet, lembro-me bem da minha mãe fazendo toalhinhas, colcha, cachecol. Sei lá quantos anos tinha quando pedi para que me ensinasse essa arte e confesso que gostei de fazer, porém por mais que perdesse horas escolhendo o que iria fazer, nunca achei lindo de morrer, era um passa-tempo e somava mais uma toalhinha na pilha da minha mãe.

Com a descoberta dos amigurumis não consigo ficar longe da agulha por muito tempo sabendo que posso dar vida aos rolos de linha, resultado disso vocês podem ver na coisa fofa amarela aí em cima. E isso é só o começo! Também comprei livros para fazer bichinhos de feltro, se eu conseguir largar um pouco da agulha....

sábado, 25 de outubro de 2008

Sem juízo

Tudo começou com uma dorzinha que não me deixava abrir a boca direito. É incrível como temos tempo para tantas banalidades e nunca para uma ida ao dentista que fica a 100 metros de casa!

O negócio era mais sério do que imaginei: minha mandíbula não está posicionada corretamente e tralalá resultado: cirurgia que custaria o carro que não tenho! Seria um dia feliz se a drª não se empolgasse e me mostrasse FOTOS da cirurgia, justo eu que senti náuseas só de assistir Jogos Mortais II...

A dor insistiu por duas semanas e finalmente me deu uma folga. Resultado: vou empurrar com a barriga até que um dia trave tudo e não tenha mais jeito!

Mas não escapei ilesa dessa, como tenho uma arcada pequena e dentes que mal se encaixam nela, lá se foram meus dentões do siso, juízo ou 3º molar se preferirem.

Então pra não dizer que nunca levei ponto na vida, aqui estou com a gengiva costurada em pleno sábado, comendo papinha e comemorando por não ter sido convidada para um churrasco na empresa do Taka.


Não seria nada mal uma fada dos dentes numa hora dessas!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Coleções perigosas

Essa Pullip é uma delas, aliás o início de uma das coleções que sinceramente gostaria de não ter começado e nem conhecido. Porque eu como auto crítica assídua não posso deixar de pensar o quanto de tempo tenho dedicado a ela.

Talvez o fato de ver que não estou sozinha nessa, tenha me incentivado a continuar. E percebi isso antes de entrar nesse mundo, observando o flickr, não basta ter uma e não serve só de decoração na estante, precisamos penteá-las e vesti-las como quando éramos crianças e mais do que isso: precisamos registrar, são inúmeras fotos criativas ou não, graças a câmera digital e ao corpo articulado dessas belezinhas que chegam a mover os olhos.

A coisa não parou por aí, tem gente que troca o cabelo, os olhos, o corpo, a maquiagem. A famosa customização para os mais corajosos e experientes no assunto.
É um universo que te suga, tem concursos, tem encontros, tem gente fazendo roupas, tem gente revendendo os acessórios importados, tem gente subindo pelas paredes, tem amizades novas em função disso.


Mal me recuperei da culpa de querer voltar a ser criança com a minha primeira Pullip e já estou almejando minha segunda doll, a da família Dal que apesar da feição brava é tão angelical quanto a Pullip. Espero inutilmente parar por aí com minhas paixões e quem sabe comprar uma mesa de luz ou me comprometer com o curso de ilustração que tenho adiado há tempos.



quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Nascimento

Nasce um blog entre muitos outros a todo minuto. Pessoal ou profissional? Uma mistura dos dois talvez.

Apresentação: Por que TelmaTak? tentativa de abreviar meu sobrenome: Takara.

Tenho raízes orientais, daí vem a santa paciência para certas coisas e o jeitinho reservado de não querer ser o centro das atenções, virginiana obcessiva em criticar principalmente a mim mesma, consumidora de livros e doces. Formada a pouco tempo em Design Gráfico, minha grande paixão.

Único animal que gosto bem de perto são os cães e disso resultou o Miky, meu darshound preto de 10 kg que tem uma relação nada amigável com o jabuti da minha mãe.

Tenho um futuro marido também, tem nome e sobrenome mas prefiro chama-lo de Taka (responsável pela minha freqüência e ausência nas baladas). Somos a coisa mais impossível de ter acontecido mas hoje nossos amigos dizem que combinamos mesmo descombinando (somos opostos como a água e o óleo que ficam juntos mas não se fundem).